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SANTO INÁCIO DE LOYOLA, O PROTETOR DA ARMA DE INFANTARIA!

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Capitão José Lourenço parreira, Escritor e Historiador. Por José Lourenço Parreira   Há muitos anos, antes de o Brasil ser descoberto, via-se  majestoso  castelo na fronteira da Espanha  com a França.  Imponente, altas muralhas, ostentava o Brasão da família Loyola: dois lobos e uma olha. Os lobos evocam vigilância e o valor necessário ao serviço das armas.  A olha (uma sopa gordurosa, servida aos sentinelas dos castelos) lembra a garantia que a caserna dá aos conscritos na defesa da Pátria. Eis o nome da família de Santo Inácio: Lobos y olha = Loyola! Brasão da família Loyola, sobre a porta de entrada da casa natal de Santo Inácio . Naquele Castelo morava a piedosa, católica e brava família dos Loyola.  Nele nasceu, em 1491, o filho  caçula de dom Beltram de Loyola e dona Maria Sonnez: Inácio de Loyola. Aos 16 anos de idade, Inácio foi encaminhado para a corte dos reis cató...

UM TESOURO ESCONDIDO DO PAI DE FAMÍLIA, DA CIVILIZAÇÃO!

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Capitão Parreira, Escritor e Historiador Por José Lourenço Parreira Há dois mil anos, ergue-se altaneira a civilização gloriosa iluminada por Cristo Jesus; daí, a luminosa civilização cristã! No Santo Evangelho, deste domingo, Jesus, Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem, nos fala que os  pais tiram do seu tesouro coisas novas e velhas. E, permitam-me, os pais dos pais são os avós! Como na Escala Musical sem a nota dó não se chega ao si e na sua sucessão e arranjos temos as Sinfonias! Há, também, os Pais e Avós Espirituais que são os Sacerdotes Católicos tão importantes, outrora e hoje, para que o mundo não sucumba diante dos ataques do Inferno! Um dos altares de campanha dos Capelães Militares Católicos do Exército Brasileiro Museu da FEB de Montese, Itália Infelizmente, a decrépita sociedade pós-moderna soberba, ignorante e podre despreza os avós (são quadrados) e os Sacerdotes ( ultrapassados)! O Sacerdote com sua Batina é um convite a vermos o próprio Jes...

Forte de Coimbra: Ludovina Alves Portocarrero, heroína do Brasil!

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Por Luiz Eduardo Silva Parreira Quando a jovem Ludovina Alves de Oliveira casou-se com o 2º Tenente Hermenegildo de Albuquerque Portocarrero, no Rio de Janeiro, no dia de seu aniversário, em 1838, não fazia ideia que 26 anos depois, a 2.000 km a oeste dali, ela entraria para a História do Brasil! Foram dela duas iniciativas que ajudaram na resistência do Forte de Coimbra, em 1864, durante o ataque paraguaio contra o Brasil, primeiro ato da Guerra do Paraguai (1864-1870). Ludovina* nasceu em Montevidéu, República Oriental do Uruguai, em 8 de novembro de 1825. Era filha do português Pedro José Alves de Oliveira, Capitão honorário e comandante do Depósito da Pólvora da Ilha de Sta. Bárbara, e Maria Eugênia Alves de Oliveira. Assumiu o nome de Ludovina Alves Portocarrero depois de casada e teve  15 filhos : Ludovina, Américo, Carlota, Gabriel, Luiz, Hermenegildo, João, Pedro, Manoel, Henrique, Affonso, Antônia, Cândida, Francisco e Anna. No dia do ataque ao f...